terça-feira, 30 de abril de 2013

Delirius Criativus abre exposição sobre trabalhadores no Bardallo´s


Para comemorar o dia 1º de Maio, o fotógrafo Antônius Manso o Delirius Criativus, abre nesta terça-feira, dia 30, no Bardallos Comida E Artes a exposição “Homens Trabalhandus’’ uma crônica visual que busca mostrar em 22 registros fotográficos, um pouco da realidade do trabalhador informal no seu dia á dia. A noite de abertura contará com DJ e com show acústico do duo “Flores do Asfalto” tocando muito rock nacional e internacional. A exposição terá, ainda a participação do artista plástico Vilela, de Ceará- Mirim,   com a tela “O Cortador de Cana de Açucar”, que também remete a temática da exposição.



Serviço:

Abertura da Exposição:

Homens Trabalhandus / Men at Work

Fotógrafo: Antonius Manso ( Delirius Criativus )

Data: terça, 30 de Abril

A partir das 19h

Bardallos Comida e Arte

( visitação até 14 de maio )

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Micarla encerra carreira política que já tinha sido encerrada pelo eleitorado natalense


Cefas Carvalho

"A partir de hoje minha trajetória política está definitivamente encerrada". Com essa frase grandiloqüente, como sempre foi de seu feitio, a ex-prefeita de Natal Micarla de Sousa, entregou ontem, quarta-feira dia 24, pedido de desfiliação ao Partido Verde (PV). Declarou a veículos de comunicação que irá se dedicar aos filhos e à própria saúde.

O que faltou ser dito é que antes mesmo da decisão da jovem ex-prefeita autodenominada “borboleta” o eleitorado natalense já havia decidido pelo encerramento da carreira política dela. Os números mostram isso. A desaprovação da gestão de Micarla de Sousa em Natal chegou a 95%, de acordo com pesquisa do Ibope em outubro do ano passado. No dia 31 do mesmo mês, a diretora do Ibope, Márcia Cavallari, disse que a avaliação negativa de Micarla era a pior já registrada pelo instituto em mais de 20 anos. "Não temos nenhuma pesquisa de avaliação de prefeitos pior do que a que verificamos na pesquisa de Natal".

Tendo desistido da tentativa de reeleição em 2012 após considerar as pesquisas e tendo amargado, ainda em 2010, derrota dupla ao não conseguir eleger o então marido Miguel Weber deputado estadual e a irmã Rosy de Souza deputada federal, Micarla sabia que em natal, não conseguiria sequer se eleger vereadora. E que era um peso morto para o PV. Faltava só sair de cena oficialmente com pompa e circunstância. O ato final para a tragicomédia que foi sua vida política.


Foto: Canindé Soares

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Posição de Wilma em 2014 dependem dos planos de Eduardo Campos

Cefas Carvalho

Eduardo Campos. Ex-governador de Pernambuco, líder maior do PSB nacional, neto do lendário Miguel Arraes. Quer ser candidato a presidente da República em 2014 e vem trabalhando para isso, tanto politicamente quanto em termos de mídia. Pouca gente sabe, mas ele pode alterar significativamente a eleição para o Governo do Estado do Rio Grande do Norte em 2014.
A explicação é simples: se Campos realmente for candidato a presidente, a líder estadual do PSB, Wilma de Faria terá de repensar sua estratégia política para 2014. Afinal de contas, mesmo com ela afirmando que deverá ser candidata a deputada federal no ano que vem, aliados e correligionários acreditam que as circunstâncias políticas podem fazê-la favorita ao Governo do Estado.
A idéia é plausível. Wilma teria grandes chances de ter “terreno livre” pela frente. A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) pode não ser candidata, e, se sair, tem altos índices de desaprovação e rejeição; Robinson Faria (PMN) tem limitado capital de votos; João Maia (PR) parece ter desistido do sonho de ser governador; Carlos Eduardo Alves (PDT) não teria porque deixar de ser prefeito de Natal; Fátima Bezerra (PT) teria votação limitada fora da RMN e sonha mesmo é com o Senado.
Adversários de peso para Wilma seriam justamente os dois para quem ela perdeu em 2010, senadores José Agripino Maia (DEM) e Garibaldi Alves (PMDB), que dificilmente sairiam do “céu” do Senado para tentar o Governo. O terceiro adversário de peso seria Henrique Eduardo Alves (PMD­B), que também dificilmente “abandonaria” a presidência da Câmara Federal para se dedicar a uma desgastante campanha em que poderia não obter êxito.
Com tantas facilidades, a dificuldade para Wilma viria justamente de Eduardo Campos.
Com uma possível candidatura a presidente, a “Guer­reira” automaticamente perderia qualquer possibilidade de apoio do Governo Federal, que em caso de não-candidatura de Campos, ela poderia ter. Mais que isso: Wilma sendo candidata e tendo que armar o palanque de Campos no RN, se disassociaria de Dilma Rousseff, que tem altos índices de aprovação popular. Em suma, Campos inviabilizaria uma eleição de Wilma de Faria para o Governo.
O sonho de Wilma seria Eduardo Campos desistir de disputar a presidência e o Governo Federal ver nela a candidata ideal para derrotar Rosalba ou um candidato do sempre ambíguo PMDB. Na hipótese de Eduardo não ser candidato a presidente e Wilma aferir que as pesquisas lhe dão vantagem sobre os demais candidatos,  a Guerreira sairá candidata.

sábado, 20 de abril de 2013

Dramaturgo e diretor prepara peça sobre loucura e volta com comédia no TAM

Inquieto e multifacetado, o dramaturgo, diretor e escritor potiguar Junior Dalberto - que mantém um blog com seus escritos literários e teatrais, o  www.junior-dalberto.blogspot.com - prepara espetáculo sobre loucura e desejo. Trata-se de Borderline, baseado em conto de sua própria autoria, que não tem data nem local para estrear (sabe-se que será em  breve). Dirigido pelo próprio Junior Dalberto, o espetáculo terá interpretação do talentoso ator José Neto Barbosa. A esperar.
O mesmo Junior tem peça pronta para voltar ao palco do Teatro Alberto Maranhão. Trata-se da comédia O velório da Marquesa di Fátimo, que no dia 11 de maio no TAM vai comemorar a indicação do espetáculo do ano pelo Troféu Cultura Potiguar, promovido pelo cronista social e promoter Toinho Silveira, a ser realizado no dia 24 próximo.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Wilma em 2014 pode tentar Câmara Federal ou, de acordo com as circunstâncias, Governo

Cefas Carvalho

De candidata derrotada ao Senado em 2010 e amargar ficar sem mandato à vice-prefeita da capital e com chances de ser uma das estrelas da eleição de 2014.  Como uma fênix, a “Guerreira” renascer das cinzas para possivelmente conquistar um mandato de deputada federal. Ou de governadora?
A própria Wilma afirmou que sairá para deputada em 2014. Mas, aliados acreditam que as circunstâncias podem conspirar a favor da pesebista. Em um cenário onde a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) não tente a reeleição, o PMDB indique um nome de peso médio, como Hermano Morais e o vice-governador Robinson Faria (PSD) seja candidato, Wilma não apenas deverá sair para o Governo, mas, como favorita.
Claro, tudo passa pelo plano nacional. Na hipótese do líder nacional Eduardo Campos ser candidato a presidente, Wilma perderia apoio do Governo Federal, com quem tem ótimo relacionamento, mas não impede sua candidatura.
Na verdade, Wilma não arriscaria uma vitória certa para a Câmara Federal para tentar o governo, caso tivesse que enfrentar um dos Alves, Garibaldi ou Henrique.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Em entrevista, Clotilde Tavares fala sobre teatro, literatura, título de cidadania e política cultural

Cefas Carvalho 

Escritora, cordelista, dramaturga, atriz, diretora, entre outras atividades profissionais, a paraibana Clotilde Tavares é uma workhaolic multifacetada que há décadas milita na cultura natalense, sempre mostrando inquietação, criatividade e talento. Em entrevista para o Potiguar Notícias, Clotilde falou sobre suas atividades culturais, processos criativos, política cultural natalense e potiguar e também sobre o título de cidadania natalense que irá receber, já tendo sido votado e aprovado na Câmara Municipal de Natal. Confira:

A sra. foi indicada para receber o Título de Cidadania natalense, através de proposição do vereador Hugo Manso na Câmara Municipal. Qual a sensação de receber este reconhecimento?
-Eu moro em Natal há 43 anos e amo esta cidade como se tivesse nascido aqui. Então foi com uma grande alegria que recebi esse título, que para mim funciona como um reconhecimento e retribuição pelo meu trabalho. O vereador Hugo Manso é um grande parceiro para todos os que militam na cultura do estado. Eu também queria dizer que as pessoas hoje me conhecem como artista e agente cultural, mas é preciso lembrar que cheguei aqui em 1970 para estudar Medicina. Desde 1973, ainda estudante, comecei a trabalhar na área da Saúde Pública. Passei quase vinte anos trabalhando, como professora da UFRN, nas épocas heróicas de implantação do SUS e dos PSFs, atendendo nos bairros pobres, nas favelas, pesquisando, publicando trabalhos e percorrendo o estado em palestras e cursos sobre aleitamento materno e nutrição infantil. Fiz Ciência durante muito tempo, e a Arte era apenas nos finais de semana, até que em 1990 resolvi me dedicar somente às atividades artísticas e culturais, transferindo-me da área de saúde para o Departamento de Artes da UFRN. Então, estou certa de que venho dando o que tenho de melhor a esta cidade, por mais de quarenta anos, e estou pronta e animada para mais outros quarenta.

Um texto seu, Os perigos de Vitória, foi encenado com sucesso na Casa da Ribeira recentemente. Como surgiu esse texto e qual o processo criativo dele (da encenação)?
- Os perigos de Vitória é um espetáculo que resultou do projeto Cena Aberta Formação, da Casa da Ribeira, que se propunha a montar um espetáculo de teatro com foco na formação de novos atores. O diretor Henrique Fontes ficou à frente do projeto e me convidou para escrever o texto. Combinamos ele e eu quais seriam as questões que a peça deveria levantar, que idéias e valores ela defenderia, que impressão ela deveria suscitar na mente de pais e filhos que a assistissem. Em cima disso eu criei uma história de uma menina – a Vitória, do título – que está prestes a completar 12 anos mas se assusta com a possibilidade de crescer. O medo, brigando com a coragem, a lança numa aventura cheia de perigos.

A senhora é atriz, dramaturga, diretora, e também professora e escritora. Quais dessas atividades lhe dá mais prazer e mais pretende se dedicar neste momento?
Todas essas atividades me dão prazer e sempre estou fazendo todas. Agora mesmo estou começando a escrever um livro (de encomenda, para um cliente), fazendo a correção final em outro que pretendo lançar ainda este ano, criando um espetáculo de teatro para mim mesma, pois pretendo estar no palco em 2014 como atriz, e cheia de palestras e aulas em cursos. Eu me aposentei da docência na UFRN em 2002, mas de lá para cá não parei de trabalhar. Acho mesmo que estou trabalhando muito mais. Acho ótimo.

Há quem ache que Natal está passando por uma efervescência cultural neste momento, principalmente em música e em teatro (área em que a sra. milita). Concorda com esta afirmação?
Todos os artistas que conheço estão produzindo, não só nessas áreas como em outras. O artista de verdade produz por um impulso interno, muitas vezes independente da vontade dele. Conheço gente que adoece se por acaso não puder se dedicar à sua arte.
 
Qual sua opinião sobre as políticas culturais - se é que existem - da Prefeitura de Natal e Governo do Estado?
Durante quatro anos Natal amargou um desastre completo na administração pública, em todos os setores. Não existiram ações públicas de qualidade na área da cultura, e os equipamentos que existiam foram simplesmente destruídos, para usar uma imagem suave. Agora, com o prefeito Carlos Eduardo, há uma imensa tarefa de reconstrução dessa terra arrasada e muito esforço para recuperar a credibilidade nas ações da prefeitura. Como ele escolheu pessoas sérias para os cargos na área cultural, tendo à frente Dácio Galvão, eu acredito que as coisas vão melhorar. A nível de governo estadual continuo vendo a mesma antiga política de eventos, e muitos equipamentos importantes desativados ou sem manutenção adequada.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Marco Feliciano pode desgastar Henrique

Cefas Carvalho e
Riane Brito


Após realizar antigo sonho de ser presidente da Câmara Federal,  Henrique Eduardo Alves (PMDB), mal assumiu e descobriu que já tem um “abacaxi” político inesperado para descascar. Esse abacaxi atende pelo nome de Marco Feliciano. Pastor e deputado do PSC, Feliciano foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos há algumas semanas. E, acusado de homofobia, racismo e misoginia, tem atraído manifestações e movimentos reais e virtuais contra sua manutenção no cargo.
Muitos deputados avaliam que o conflito envolvendo Feliciano está trazendo desgaste para a Câmara. Entre esses, Henrique. Na semana passa, o presidente se reuniu com o presidente do PSC Artur Moura para que o partido “arranjasse uma solução para o problema”. O PSC apoiou Feliciano, que proibiu a entrada de manifestantes da Comissão de Direitos Humanos, o que irritou Henrique. “Uma exceção não pode se tornar regra na Casa. Não se pode impedir a presença das pessoas na casa do povo brasileiro. Não concordarei com isso”, disse o presidente da Câmara. “Também quero registrar que os que vêm aqui se manifestar têm que manter o espírito democrático, respeitar os trabalhos. Ações provocam reações”, falou Henrique ao jornal O Globo.
Certo de como presidente da CDH ir à Bolivia para ver a situação dos corinthianos presos no país, Feliciano teve a viagem abortada por Henrique. A decisão pelo cancelamento da viagem foi tomada após uma conversa por telefone entre Feliciano e o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), na manhã da quinta, 4.
Aliados de Henrique registram que a sequência de polêmicas tem arranhado a imagem da Câmara justamente no momento em que Henrique assume a presidência e tinha um projeto para resgatar a credibilidade do Legislativo. Na sexta, Feliciano disse em entrevista que admirava Henrique e queria seguir os passos dele. O medo de Henrique é que Feliciano “cole” nele a rejeição que está experimentando.

Ballet de Londrina volta a Natal com clássicos de Stravinsky


Celebrando 20 anos de existência (e de sucesso), o Ballet de Londrina retorna a Natal, onde apresentará dois espetáculos de Stravinsky: os clássicos Petrouchka e A Sagração da Primavera . Em 2012, o grupo esteve em natal, onde se apresentou no TAM – Teatro Alberto Maranhão com o segundo espetáculo, alcançando grande sucesso e casa cheia. Nesta noite de segunda-feira, dia 8, a situação deverá se repetir, assim como na terça dia 9.  Ingressos antecipados: Água de Cheiro – Shopping Liberdade Preços populares: R$ 20,00 ( Inteira ) R$ 10,00 ( meia ) Informações: 3314- 9748, 9409-4440 e 9175-9070.

Foto: Divulgação

Livro sobre camponeses reprimidos pelo regime militar é lançado com sucesso na Câmara de Natal


Na sexta-feira dia 5 foi lançado na Câmara Municipal de Natal o livro “João Sem Terra – Veredas de uma luta”, de autoria de Márcia Camarano, dentro da coleção “Camponeses e o Regime Militar”. O coordenador do projeto, Gilney Viana (que é da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal), esteve no evento, representando o Governo.

O evento aconteceu em sessão solene proposta e presidida pelo vereador Hugo Manso (PT) e contou com a presença de representantes da CUT, do Sindicato dos Servidores do Judiciário, da organização feminista Bandeira Lilás, do movimento Redinha Viva, do Sindicato dos Jornalistas do RN, do PT, do PC do B, do mandato da deputada Fátima Bezerra, do Conselçho Comunitário de Ponta Negra e dos vereadores George Câmara e Rafael Motta.

Para Hugo, a divulgação do livro e da coleção é fundamental para entender o movimento popular durante o período da ditadura militar no país. “É preciso levantar a questão da repressão ao homem do campo na época e essa coleção atende isso. Foi um belo evento onde contribuímos para deixar esta discussão viva”, afirmou Hugo Manso.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Livro de Gilney Viana sobre repressão política no RN será lançado nesta sexta na Câmara de Natal

O primeiro título da Coleção Direito à Memória e à Liberdade, João sem terra - Veredas de uma luta", de Gilney Viana, será lançado nesta sexta-feira, 5, das 15h às 17h, no plenário Érico Hackradt, na Câmara Municipal de Natal. A edição da obra é uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência.
Gilney é ex-deputado federal por Mato Grosso e Secretário Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República.
Na ocasião, o Centro de Direitos Humanos e Memória Popular, juntamente com o Comitê pela Verdade, Memória e Justiça do Rio Grande do Norte, em parceria com organizações, partidos políticos, mandatos e centrais sindicais, lançam as bases de uma pesquisa sobre o Retrato da Repressão Política no Campo – Rio Grande do Norte 1946 – 1988. O lançamento conta com o apoio do Centro de Direitos Humanos do RN e do mandato do vereador Hugo Manso (PT).

terça-feira, 2 de abril de 2013

Globo e você: Cada vez mais, pouco a ver

Cefas Carvalho

Não assisto mais TV há anos. Na verdade, meu aparelho de TV tem como serventia assistir filme em DVD. Mas, nem por isso fico alienado do que é exibido na TV aberta brasileira, seja por leitura em sites seja por ver, forçosamente, em bares e restaurantes.
Nesta terça-feira, assistindo paralelamente a Palmeiras x Tigres e a programação noturna da Globo percebi duas coisas 1) Como a Globo adotou ao longo dos anos uma versão brasileira do american way of life no fazer novelas, seriados, minisséries e na abordagem dos temas. Nada mais de contradição, de questionamento. Denúncia, só de forma tosca como nas novelas de Glória Perez (mais americanizadas em sua simplicidade e soluções cretinas, impossível) e 2) Como a emissora praticamente rediziu a programação pós-novelas a comédias. Só na terça, Tapas e beijos e Louco por elas. Nada mais de dramas. E eu que cresci com Malu Mulher e Plantão de polícia - que eu só dava espiadas pois meus pais me proibiam de assistir, com certa razão - e já adolescente, conferi Grande sertão: veredas, O tempo e o vento, Anos rebeldes etc e tal. Sinal dos tempos? Queda de qualidade? Demanda do público? Quem há de saber? Por via das dúvidas, vou continuar assistindo meus filmes europeus e coreanos e esquecer a Globo, seus BBBs e suas comédias descerebradas.


Foto: Divulgação Globo. Tony Ramos e Bruna Lombardi como Riobaldo e Diadorim em Grande Sertão: Veredas.