segunda-feira, 11 de março de 2013
Início do projeto Ato Fotográfico será nessa terça-feira no TCP com Moacy Cirne e Numo Rama
A partir deste mês de março, o Teatro de Cultura Popular será o palco de ações mensais do FOTO|RN. Iniciando com o Tema “Linguagens e Poéticas Visuais”, comemorando o mês da Poesia, foram convidados para a abertura das atividades. Numo Rama e Moacy Cirne abordarão temas recorrentes e importantes no processo de formação de pensamento e linguagem fotográfica.
Todo mês haverão três atividades reunidas em um só dia. A primeira delas é o “Grupo de Estudo”, onde fotógrafos potiguares e convidados abordarão o processo de estudo de grandes nomes da Fotografia, e como estas influências nortearam o desenvolvimento de sua jornada profissional. Posteriormente, acontecerá uma palestra dando continuidade ao tema abordado no Grupo de Estudo, com um enfoque não só na atividade fotográfica, mas como esta linguagem se projeta em comunhão com outras artes.
Ainda está previsto a ocupação da antessala do Teatro de Cultura Popular para a Galeria do FOTO|RN, que hoje está em fase de adaptação para o recebimento de exposições fotográficas, favorecendo os artistas potiguares, convidados e os coletivos fotográficos, que sempre encontraram dificuldades em expor os seus trabalhos pela carência de espaços adequados para este tipo de expressão artística. A abertura das Exposições está prevista para o mês de Abril deste ano.
Ato Fotográfico
Linguagens e Poéticas Visuais com Numo Rama e Moacy Cirne
Local | Teatro de Cultura Popular (Rua Jundiaí, 641, Tirol, Natal-RN)
Dia | 12 de Março de 2013
Hora | 19h00
ENTRADA GRATUITA
domingo, 10 de março de 2013
Circuito Cultural Ribeira tem ampla programação neste domingo
Neste domingo tem a edição de março do Circuito Cultural Ribeira, com a habitual programação variada de teatro, música (de diversos gêneros), exposições e performances. Tudo gratuito. Confira a programação:
PROGRAMAÇÃO CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA
DOMINGO, 10 DE MARÇO
16h as 22h
EDIÇÃO ESPECIAL: ANIVERSÁRIO DA CASA DA RIBEIRA
Entrada Gratuita
- COMPARTILHE E ESPALHE -
Centro Cultural Dosol
Rua Chile, 40
18h – Ar, Tu e o Vendaval
19h – Mad Grinder
20h – Alf (Rumbora/Raimundos/SuperGalo) – DF
21h – Autopse - SE
Casa da Ribeira
Rua Frei Miguelinho, 52
16h - Saída Clown
17h - 4ª Convenção de Mágicos e Ilusionistas do RN - Grupo MIRN
18h – Metrópole - Inquieta Cia de Teatros (CE)
19h - A ida ao teatro - Grupo De Teatro Facetas, Mutretas e Outras Historias (RN)
20h30 – Metrópole - Inquieta Cia de Teatros (CE)
Buraco da Catita
Rua Câmara Cascudo, 185
18h – Saturnino e o Disco Avuadô (música)
Gira Dança
Rua Frei Miguelinho, 100
16h - Abertura da lojinha Mundo Gira
17h30 - "Para eu parar de me doer" - Thiago Medeiros e Alessandra Augusta (teatro)
19h30 - "Cidade Vestida" - Nammu Dança (dança)
Armazém Hall
Rua Chile
19h - Samba de Roda
Pelas Ruas da Ribeira
Saída da Rua Câmara Cascudo
16h30 - Cortejo de lavagem do Beco da Quarentena
Chegada no Beco da quarentena
"SOBCONTROLE" - Carol pinheiro e Beto Leite (Instalação)
Esquina da Rua Dr. Barata com a Tavares de Lyra
18h – 22h – Missigena SoundSystem (música)
Espaço à deriva
Rua Frei Miguelinho, 47
18h30 - "Um Uísque para o Rei Saul" - Grupo Estandarte de Teatro (RN)
20h - Tíre Adhartha (música)
Galpão 29
Rua Chile, 29
19h – Elotronic Party (Djs)
Consulado
Rua Câmara Cascudo
19h – Banda Café (música)
Cultura Clube
Av. Rio branco
18h – Vj Helder
18h30 – DuPorto (música)
20h30 – Filhos de Jah (música)
Atelier Flávio Freitas
Av. Duque de Caxias, 182
16h – Atelier aberto – obras do artista Flávio Freitas (artes visuais)
19h30 – Gustavo Cocentino e Blue Moutain (música)
Clube do Remo (em frente ao Dosol)
Rua Chile
Projeto Suave Coisa Especial
17h – Camila Masiso
PROGRAMAÇÃO CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA
DOMINGO, 10 DE MARÇO
16h as 22h
EDIÇÃO ESPECIAL: ANIVERSÁRIO DA CASA DA RIBEIRA
Entrada Gratuita
- COMPARTILHE E ESPALHE -
Centro Cultural Dosol
Rua Chile, 40
18h – Ar, Tu e o Vendaval
19h – Mad Grinder
20h – Alf (Rumbora/Raimundos/SuperGalo) – DF
21h – Autopse - SE
Casa da Ribeira
Rua Frei Miguelinho, 52
16h - Saída Clown
17h - 4ª Convenção de Mágicos e Ilusionistas do RN - Grupo MIRN
18h – Metrópole - Inquieta Cia de Teatros (CE)
19h - A ida ao teatro - Grupo De Teatro Facetas, Mutretas e Outras Historias (RN)
20h30 – Metrópole - Inquieta Cia de Teatros (CE)
Buraco da Catita
Rua Câmara Cascudo, 185
18h – Saturnino e o Disco Avuadô (música)
Gira Dança
Rua Frei Miguelinho, 100
16h - Abertura da lojinha Mundo Gira
17h30 - "Para eu parar de me doer" - Thiago Medeiros e Alessandra Augusta (teatro)
19h30 - "Cidade Vestida" - Nammu Dança (dança)
Armazém Hall
Rua Chile
19h - Samba de Roda
Pelas Ruas da Ribeira
Saída da Rua Câmara Cascudo
16h30 - Cortejo de lavagem do Beco da Quarentena
Chegada no Beco da quarentena
"SOBCONTROLE" - Carol pinheiro e Beto Leite (Instalação)
Esquina da Rua Dr. Barata com a Tavares de Lyra
18h – 22h – Missigena SoundSystem (música)
Espaço à deriva
Rua Frei Miguelinho, 47
18h30 - "Um Uísque para o Rei Saul" - Grupo Estandarte de Teatro (RN)
20h - Tíre Adhartha (música)
Galpão 29
Rua Chile, 29
19h – Elotronic Party (Djs)
Consulado
Rua Câmara Cascudo
19h – Banda Café (música)
Cultura Clube
Av. Rio branco
18h – Vj Helder
18h30 – DuPorto (música)
20h30 – Filhos de Jah (música)
Atelier Flávio Freitas
Av. Duque de Caxias, 182
16h – Atelier aberto – obras do artista Flávio Freitas (artes visuais)
19h30 – Gustavo Cocentino e Blue Moutain (música)
Clube do Remo (em frente ao Dosol)
Rua Chile
Projeto Suave Coisa Especial
17h – Camila Masiso
sexta-feira, 8 de março de 2013
Sobre ação da DEAM: Lei Maria da Penha até resolve, mas não sozinha
Jouse Azevedo
Ela tem sete anos e, de acordo com a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, a Lei Maria da Penha surgiu do resultado de uma luta histórica dos movimentos feministas e de mulheres por uma legislação contra a impunidade no cenário nacional de violência doméstica e familiar contra a mulher. Em Parnamirim, município que apresenta altos índices de violência contra a mulher, foram registrados no ano passado 1.358 boletins de ocorrências e nos dois primeiros meses de 2013 foram registrados 240 B.Os.
De acordo com dados fornecidos pela Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher de Parnamirim, os dados deste ano apontam para um número maior de registros cujas agressões masculinas apresentam maior gravidade, ou seja dos 239 B.Os de 2013, 58 geraram solicitação de medida protetiva de urgência para a denunciante. A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) parece ser a maior aliada da mulher, porém o que ocorre é que a falta de cumprimento da legislação acaba comprometendo o resultado esperado da Lei.
Em Parnamirim, a dificuldade na oferta de um atendimento adequado à vítima começa na própria delegacia da mulher. Com a estrutura de pessoal e material comprometido torna-se difícil oferecer um atendimento adequado. A falta de equipamentos fundamentais, como computadores tornou-se comum no local. O número de viaturas disponível para o órgão também é um implicador para a boa oferta de atendimento. O efetivo que conta com 12 agentes tem dificuldade de atuar apenas com uma delegada e um escrivão.
"A Legislação é bela mas não pode ser cumprida. Não há condições de aplicá-la, o que nos deixa desanimados, afinal queremos fazer mais do que deveria ser feito pelas vítimas de violência doméstica" relatou o agente Gustavo Lourenço, há oito anos na DEAM de Parnamirim. Com um olhar de conhecedor do sofrimento feminino, o policial civil Lourenço tem propriedade sobre o comportamento e do contexto que envolve uma agressão familiar.
Atuando em delegacia especializada em atendimento à mulher o policial civil lembra que teóricamente conviveu com a violência doméstica dentro de casa, quando ainda criança viu diversas vezes a mãe ser agredida por seu pai. "Trabalhar na DEAM hoje me deixa gratificado. É uma forma de amenizar o sofrimento alheio", explicou o advogado que apresentou em seu trabalho de conclusão de curso uma visão sobre o mundo da agressão contra a mulher e a aplicação da Lei e a impotência da mesma no âmbito da defesa e do contexto de uma agressão contra à mulher.
Sobre a denúncia da agressão, segundo o policial civil, muitas vezes a mulher quer apenas solucionar um problema, por isso muitas acabam desistindo da denúncia no decorrer do processo. Porém, um agravante é destacado por Lourenço neste contexto. "Muitas vezes a dependência financeira da companheira é o principal motivo para a desistência do processo. O fator econômico é muito importante e é claro que quanto mais independente a mulher, mais ela vai querer a continuidade da causa", explicou.
Acreditando em falhas na legislação brasileira o policial civil lamenta que em todas as DEAMs do Rio Grande do Norte não tenha a presença de psicólogas e de assitente social, profissionais que deveriam prestar o primeiro atendimento às denunciantes que já chegam às delegacias fragilizadas. "Esse atendimento acolheria mais as mulheres vítimas de violência doméstica. A falta de policiais mulheres também é um agravante", lamenta o policial que acredita que a Lei Maria da Penha contribuiria mais, caso ela resolvesse o problema e não apenas punisse o agressor. "O agressor também deveria receber tratamento psicológico ou uma acompanhamento".
Serviço:
Delegacia Especializada de Parnamirim
Endereço: Rua Sub. Oficial Faria 1487, Centro.
Telefone: 3644-6407
Ela tem sete anos e, de acordo com a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, a Lei Maria da Penha surgiu do resultado de uma luta histórica dos movimentos feministas e de mulheres por uma legislação contra a impunidade no cenário nacional de violência doméstica e familiar contra a mulher. Em Parnamirim, município que apresenta altos índices de violência contra a mulher, foram registrados no ano passado 1.358 boletins de ocorrências e nos dois primeiros meses de 2013 foram registrados 240 B.Os.
De acordo com dados fornecidos pela Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher de Parnamirim, os dados deste ano apontam para um número maior de registros cujas agressões masculinas apresentam maior gravidade, ou seja dos 239 B.Os de 2013, 58 geraram solicitação de medida protetiva de urgência para a denunciante. A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) parece ser a maior aliada da mulher, porém o que ocorre é que a falta de cumprimento da legislação acaba comprometendo o resultado esperado da Lei.
Em Parnamirim, a dificuldade na oferta de um atendimento adequado à vítima começa na própria delegacia da mulher. Com a estrutura de pessoal e material comprometido torna-se difícil oferecer um atendimento adequado. A falta de equipamentos fundamentais, como computadores tornou-se comum no local. O número de viaturas disponível para o órgão também é um implicador para a boa oferta de atendimento. O efetivo que conta com 12 agentes tem dificuldade de atuar apenas com uma delegada e um escrivão.
"A Legislação é bela mas não pode ser cumprida. Não há condições de aplicá-la, o que nos deixa desanimados, afinal queremos fazer mais do que deveria ser feito pelas vítimas de violência doméstica" relatou o agente Gustavo Lourenço, há oito anos na DEAM de Parnamirim. Com um olhar de conhecedor do sofrimento feminino, o policial civil Lourenço tem propriedade sobre o comportamento e do contexto que envolve uma agressão familiar.
Atuando em delegacia especializada em atendimento à mulher o policial civil lembra que teóricamente conviveu com a violência doméstica dentro de casa, quando ainda criança viu diversas vezes a mãe ser agredida por seu pai. "Trabalhar na DEAM hoje me deixa gratificado. É uma forma de amenizar o sofrimento alheio", explicou o advogado que apresentou em seu trabalho de conclusão de curso uma visão sobre o mundo da agressão contra a mulher e a aplicação da Lei e a impotência da mesma no âmbito da defesa e do contexto de uma agressão contra à mulher.
Sobre a denúncia da agressão, segundo o policial civil, muitas vezes a mulher quer apenas solucionar um problema, por isso muitas acabam desistindo da denúncia no decorrer do processo. Porém, um agravante é destacado por Lourenço neste contexto. "Muitas vezes a dependência financeira da companheira é o principal motivo para a desistência do processo. O fator econômico é muito importante e é claro que quanto mais independente a mulher, mais ela vai querer a continuidade da causa", explicou.
Acreditando em falhas na legislação brasileira o policial civil lamenta que em todas as DEAMs do Rio Grande do Norte não tenha a presença de psicólogas e de assitente social, profissionais que deveriam prestar o primeiro atendimento às denunciantes que já chegam às delegacias fragilizadas. "Esse atendimento acolheria mais as mulheres vítimas de violência doméstica. A falta de policiais mulheres também é um agravante", lamenta o policial que acredita que a Lei Maria da Penha contribuiria mais, caso ela resolvesse o problema e não apenas punisse o agressor. "O agressor também deveria receber tratamento psicológico ou uma acompanhamento".
Serviço:
Delegacia Especializada de Parnamirim
Endereço: Rua Sub. Oficial Faria 1487, Centro.
Telefone: 3644-6407
quinta-feira, 7 de março de 2013
O ódio calculado do pastor Feliciano na Comissão dos Direitos Humanos
Cefas Carvalho
A já supracomentada eleição do pastor Marco Feliciano (PSC) para a Comisão de Direitos Humanos da Câmara Federal, apesar de absurda sob todos os aspectos, pode ter um aspecto positivo do ponto de vista didático, de formos olhar o mundo com a ótica de fazer limonadas com os limões. A partir de agora um numero maior de pessoas vai saber quem é o ilustre religioso-parlamentar que se destacou (negativamente) por afirmar nas redes sociais que a Aids era o "câncer gay" e que os negros eram amaldiçoados segundo a Biblia.
Quem acompanha os movimentos neo-evangélicos e os "pastores estrelas" já tinha o desprazer de conhecer o modus operandi de Feliciano. Mas, há uns dias vem sendo divulgados maciçamente nas redes sociais imagens dos cultos (sic) do pastor. Em um deles, Feliciano pede dinheiro em troca da benção de deus e chega ao ponto de dizer que um fiel não teria a ajuda divina por ter dado a ele um cartão bancário sem senha. Bizarro.
Vamos à limonada: é tão absurda a presença dessa criatura racista e homofóbica (possivelmente misógina e antiíndios também) na presidência da Comissão que luta pelas minorias que ele despreza, que a própria comissão e a Câmara irão tornar-se mais telhado de vidro do que os ilustres deputados supunham. Para quem acha que a memória do povo é curta e o brasileiro médio é apolítico e frouxo, lembro dos casos de Collor, Severino Cavalcante e em escala potiguar, Micarla de Sousa e seus 94% de desaprovação.
Em suma, Feliciano vai acabar se enforcando com a própria corda do seu ódio. Um ódio calculado, é verdade, afinal, gente como ele e Silas Malafaia descobriram um filão: como ganhar dinheiro com a fé alheia, a ingenuidade e a incitação do ódio. Mas, um dia a casa pode cair. A do ilustre pastor, que caia logo. Ah, quem quiser conferir a criatura "pregando", é só assistir ao video abaixo.
A já supracomentada eleição do pastor Marco Feliciano (PSC) para a Comisão de Direitos Humanos da Câmara Federal, apesar de absurda sob todos os aspectos, pode ter um aspecto positivo do ponto de vista didático, de formos olhar o mundo com a ótica de fazer limonadas com os limões. A partir de agora um numero maior de pessoas vai saber quem é o ilustre religioso-parlamentar que se destacou (negativamente) por afirmar nas redes sociais que a Aids era o "câncer gay" e que os negros eram amaldiçoados segundo a Biblia.
Quem acompanha os movimentos neo-evangélicos e os "pastores estrelas" já tinha o desprazer de conhecer o modus operandi de Feliciano. Mas, há uns dias vem sendo divulgados maciçamente nas redes sociais imagens dos cultos (sic) do pastor. Em um deles, Feliciano pede dinheiro em troca da benção de deus e chega ao ponto de dizer que um fiel não teria a ajuda divina por ter dado a ele um cartão bancário sem senha. Bizarro.
Vamos à limonada: é tão absurda a presença dessa criatura racista e homofóbica (possivelmente misógina e antiíndios também) na presidência da Comissão que luta pelas minorias que ele despreza, que a própria comissão e a Câmara irão tornar-se mais telhado de vidro do que os ilustres deputados supunham. Para quem acha que a memória do povo é curta e o brasileiro médio é apolítico e frouxo, lembro dos casos de Collor, Severino Cavalcante e em escala potiguar, Micarla de Sousa e seus 94% de desaprovação.
Em suma, Feliciano vai acabar se enforcando com a própria corda do seu ódio. Um ódio calculado, é verdade, afinal, gente como ele e Silas Malafaia descobriram um filão: como ganhar dinheiro com a fé alheia, a ingenuidade e a incitação do ódio. Mas, um dia a casa pode cair. A do ilustre pastor, que caia logo. Ah, quem quiser conferir a criatura "pregando", é só assistir ao video abaixo.
terça-feira, 5 de março de 2013
Projeto Papo de Samba fará homenagem a Zeca Pagodinho nesta quarta no Bardallos
O projeto “Papo de Samba” tem mais uma edição nesta
quarta, dia 6, ás 20h no Bardallos Comida e Arte, no Centro Histórico. A ideia
do projeto, além de contribuir para a divulgação dos sambistas
potiguares, é ajudar a promover e valorizar uma das mais importantes
manifestações musicais e culturais do Brasil: O Samba. O “Papo de Samba”
é intercalado com apresentações de artistas convidados que apresentarão
composições dos homenageados além de clássicos do gênero.
O “Papo de Samba” será sobre Zeca Pagodinho, a
abordagem sobre o artista será feita por Carlos Braga que é professor
universitário de Literatura Francesa e pesquisador musical. A parte
musical será conduzida pelos cantores Junior Leite e Analuh Soares. Então vamos
ouvir, dançar e bater um papo sobre samba ?
Serviço: Papo de Samba
Pocket show com o músicos Júnior Leite e Analuh Soares
Data: Quarta, 6 de Março ás 20h
Local: Bardallos Comida e Arte
Senhas no local: R$ 5,00
Informações: 9644-7927 . 8877 6547 ( Preta Íris ) e 9175-9870 ( Marcelo Veni )
segunda-feira, 4 de março de 2013
“Com o aumento de vereadores, a população ganhou maior representatividade”, diz presidente da Câmara de S. Gonçalo
Geraldo Veríssimo é o presidente da Câmara de vereadores de São Gonçalo do Amarante. Foi eleito com 1.805 votos na última eleição. Na entrevista no Alpendre do PN, concedida aos repórteres Cefas Carvalho e José Pinto Junior, ele fala sobre os trabalhos do Legislativo, capacitação de mão de obra, o projeto de câmara itinerante e o estádio do Alecrim F.C. em São Gonçalo, o “Periquitão”.
Os trabalhos no Legislativo de São Gonçalo começaram pra valer?
Sim. Na realidade acho que começou já antes de todas as câmaras. Encurtamos o período de férias, mudamos o regimento interno, de 50 dias para 30. Todo trabalhador brasileiro tem 30 dias de férias e a Câmara de São Gonçalo não pode ser diferente. Começamos os trabalhos dia 5 de fevereiro, com sessões ordinárias.
Qual o prazo para terminar as reformas na sede da Câmara?
Elas estão adiantadas. No máximo dia 15 de abril devem estar prontas, que é o que consta no contrato. Talvez ela seja até entregue antes disso e seria ótimo, porque poderíamos inaugurá-la dia 11, que é a data da emancipação política de Sâo Gonçalo. Já estão colocando a segunda laje, estão com um bom andamento. Eles estão usando um processo que é o mesmo usado na construção de shopping centers.
Quais serão os principais projetos a serem postos em votação nesse momento na Câmara?
Estamos esperando o Executivo, que passará por uma reforma administrativa que deve estar completa em abril. No momento estamos atendendo a requerimentos para trazer instituições como o SESC, SESI, SENAI e SENAC, que é um projeto de minha autoria e o prefeito está mobilizado em trazê-los para São Gonçalo. Isso se faz necessário para a capacitação de mão de obra em torno do aeroporto. Por isso, esse ano será muito importante e com muita matéria a ser deliberada na cidade. Inclusive, a readequação de leis para o abastecimento de água do aeroporto. Então será uma legislação diferenciada, para atender não só as demandas do aeroporto, mas também ao empreendimento da Coteminas.
A qualificação de mão de obra será a tônica do Legislativo e do Executivo, mediante as novas vagas de emprego que surgirão?
Sim, isso já é realidade. Já temos treinamento em línguas estrangeiras, como espanhol, inglês e mandarim. Treinamentos para pedreiros através de cursos do SENAC. A empresa que está construindo o aeroporto já possui convênio com a prefeitura para atender as demandas que aparecem. E por incrível que pareça está faltando profissionais. Ainda não temos estrutura para atender o tamanho da demanda, mas as obras estão bem adiantadas.
Agora a Câmara conta com mais vereadores. Qual a diferença da dinâmica entre a legislatura anterior e essa? A população se sente mais representada?
É sempre melhor. Inclusive, aumentou o número de pessoas prestigiando os trabalhos legislativos lá na Câmara. Porque algumas comunidades que não tinham representantes, agora têm. Alguns segmentos também não possuíam, como o evangélico e o sindical, por exemplo, agora possuem representatividade. Eles trazem essas instituições para o debate dentro do Legislativo e isso é importante para São Gonçalo. Eram 10 vereadores e agora são 17, um aumento de 70%. Isso não é uma coisa típica, por isso há muita diferença no nível de representação tanto das zonas rural e urbana.
Mesmo com o aumento do número de vereadores ainda há a intenção de se fazer a câmara itinerante?
Esse ano iremos fazer, com certeza. A partir do dia 15 de abril, começaremos a fazer essas sessões nas comunidades da zona rural. A primeira comunidade atendida será a de Poço de Pedra e suas adjacências. Em seguida, será Serrinha, Uruaçu e demais comunidades. Todo final de mês, a partir de março ou abril começaremos a fazer com frequência essas sessões. Temos que ter algum atrativo para que essas pessoas realmente participem efetivamente. Em seguida retornaremos para a zona urbana, que também necessita desse tipo de intervenção.
Como se dará o relacionamento entre o Legislativo e o Executivo nessa nova gestão?
É natural que a certa altura haja conflitos, mas por enquanto é harmônica. Todos os partidos declararam apoio ao prefeito. Se houver alguma discussão mais acalorada será só para o ano que vem, que é um ano político. Cada um lá tem seu interesse pessoal. É natural que isso aconteça.
Qual a sua opinião sobre o novo estádio do Alecrim FC, o “Periquitão”, que fica em São Gonçalo?
Parabenizo e até agradeço o presidente do Alecrim, Antony, pela iniciativa. Inclusive, estaremos com a Câmara lá no próximo jogo para apoiar a ideia que foi muito boa. Até então ninguém tinha pensado em São Gonçalo para fazer esse investimento. O estádio pertencia à equipe do Igapó, mas através de um convênio a ideia deu certo. Será uma parceria duradoura e muito boa para São Gonçalo, pois a cidade vai passar a aparecer mais.
Foto: Hosangela Oliveira
Os trabalhos no Legislativo de São Gonçalo começaram pra valer?
Sim. Na realidade acho que começou já antes de todas as câmaras. Encurtamos o período de férias, mudamos o regimento interno, de 50 dias para 30. Todo trabalhador brasileiro tem 30 dias de férias e a Câmara de São Gonçalo não pode ser diferente. Começamos os trabalhos dia 5 de fevereiro, com sessões ordinárias.
Qual o prazo para terminar as reformas na sede da Câmara?
Elas estão adiantadas. No máximo dia 15 de abril devem estar prontas, que é o que consta no contrato. Talvez ela seja até entregue antes disso e seria ótimo, porque poderíamos inaugurá-la dia 11, que é a data da emancipação política de Sâo Gonçalo. Já estão colocando a segunda laje, estão com um bom andamento. Eles estão usando um processo que é o mesmo usado na construção de shopping centers.
Quais serão os principais projetos a serem postos em votação nesse momento na Câmara?
Estamos esperando o Executivo, que passará por uma reforma administrativa que deve estar completa em abril. No momento estamos atendendo a requerimentos para trazer instituições como o SESC, SESI, SENAI e SENAC, que é um projeto de minha autoria e o prefeito está mobilizado em trazê-los para São Gonçalo. Isso se faz necessário para a capacitação de mão de obra em torno do aeroporto. Por isso, esse ano será muito importante e com muita matéria a ser deliberada na cidade. Inclusive, a readequação de leis para o abastecimento de água do aeroporto. Então será uma legislação diferenciada, para atender não só as demandas do aeroporto, mas também ao empreendimento da Coteminas.
A qualificação de mão de obra será a tônica do Legislativo e do Executivo, mediante as novas vagas de emprego que surgirão?
Sim, isso já é realidade. Já temos treinamento em línguas estrangeiras, como espanhol, inglês e mandarim. Treinamentos para pedreiros através de cursos do SENAC. A empresa que está construindo o aeroporto já possui convênio com a prefeitura para atender as demandas que aparecem. E por incrível que pareça está faltando profissionais. Ainda não temos estrutura para atender o tamanho da demanda, mas as obras estão bem adiantadas.
Agora a Câmara conta com mais vereadores. Qual a diferença da dinâmica entre a legislatura anterior e essa? A população se sente mais representada?
É sempre melhor. Inclusive, aumentou o número de pessoas prestigiando os trabalhos legislativos lá na Câmara. Porque algumas comunidades que não tinham representantes, agora têm. Alguns segmentos também não possuíam, como o evangélico e o sindical, por exemplo, agora possuem representatividade. Eles trazem essas instituições para o debate dentro do Legislativo e isso é importante para São Gonçalo. Eram 10 vereadores e agora são 17, um aumento de 70%. Isso não é uma coisa típica, por isso há muita diferença no nível de representação tanto das zonas rural e urbana.
Mesmo com o aumento do número de vereadores ainda há a intenção de se fazer a câmara itinerante?
Esse ano iremos fazer, com certeza. A partir do dia 15 de abril, começaremos a fazer essas sessões nas comunidades da zona rural. A primeira comunidade atendida será a de Poço de Pedra e suas adjacências. Em seguida, será Serrinha, Uruaçu e demais comunidades. Todo final de mês, a partir de março ou abril começaremos a fazer com frequência essas sessões. Temos que ter algum atrativo para que essas pessoas realmente participem efetivamente. Em seguida retornaremos para a zona urbana, que também necessita desse tipo de intervenção.
Como se dará o relacionamento entre o Legislativo e o Executivo nessa nova gestão?
É natural que a certa altura haja conflitos, mas por enquanto é harmônica. Todos os partidos declararam apoio ao prefeito. Se houver alguma discussão mais acalorada será só para o ano que vem, que é um ano político. Cada um lá tem seu interesse pessoal. É natural que isso aconteça.
Qual a sua opinião sobre o novo estádio do Alecrim FC, o “Periquitão”, que fica em São Gonçalo?
Parabenizo e até agradeço o presidente do Alecrim, Antony, pela iniciativa. Inclusive, estaremos com a Câmara lá no próximo jogo para apoiar a ideia que foi muito boa. Até então ninguém tinha pensado em São Gonçalo para fazer esse investimento. O estádio pertencia à equipe do Igapó, mas através de um convênio a ideia deu certo. Será uma parceria duradoura e muito boa para São Gonçalo, pois a cidade vai passar a aparecer mais.
Foto: Hosangela Oliveira
sexta-feira, 1 de março de 2013
Projeto Ribeira Boêmia levará samba ao Cultura Clube neste sábado
Dono de uma potência vocal enorme, Alexandre Nunes nasceu em Niterói (RJ) e iniciou sua carreira cantando em rodas de samba e em bares da Cidade Maravilhosa. É integrante da roda "Samba do Trabalhador", comandada por Moacyr Luz, muito famosa em todo o país, e que acontece toda segunda-feira, no Renascença Clube, no Rio de Janeiro. Integrou o grupo "Papo de Samba", o que lhe rendeu um convite para gravar uma faixa no CD "Pagode na Laje", produzido pelo músico e produtor Leandro Sapucaí.
Além disso, se apresentou nos mais importantes espaços do eixo Rio-São Paulo, como Teatro Rival, Teatro Municipal de Niterói, Carioca da Gema, SESC Vila Mariana (São Paulo), entre outros. Já se apresentou ao lado de importantes nomes do samba como Dona Ivone Lara, Délcio Carvalho, Monarco, Almir Guineto, Sombrinha e Luis Carlos da Vila, quem inclusive tem como padrinho muscal e de cuja obra é grande apreciador. Deste, interpreta verdadeiras obras primas, tais como "Oitava Cor" e "O show tem que continuar".
O Ribeira Boêmia, que foi concebido com o intuito de promover a interação e valorização do samba, promete aos amantes do ritmo uma noite contagiante, com muita harmonia e celebração do samba. O Projeto já recebeu em edições passadas sambistas como Toninho Gerais, Renato Milagres, João Martins e Gabriel Cavalcante, e acontece mais uma vez no Cultura Clube, a partir das 18h30.
Serviço
O quê: Projeto Ribeira Boêmia
Quem: Alexandre Nunes, Grupo Arquivo Vivo, Samba Preto no Branco
Quando: Sábado (09/03), a partir das 18h30
Onde: Cultura Clube - Av. Rio Branco, na Ribeira, por trás do Teatro Alberto Maranhão
Ingressos: R$ 20,00 (vendas antecipadas)
Pontos de Venda: Restaurante Dom Vinícius (R. Ângelo Varela, Tirol, próximo à AABB); Loja Le Postiche (Midway Mall, 2º piso); e Loja Fulana (R. Mipibu, Petrópolis, próximo ao Colégio Auxiliadora).
Informações: 9634-7999/9921-0657.
Foto: Divulgação
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